Quinta-feira, 22 de setembro de 2011 - 16h36
De A Tribuna On-line
A primeira etapa da obra de prolongamento da Avenida Dom Pedro I, que liga a Enseada à Praia do Pernambuco, em Guarujá, começou nesta semana.
A etapa conta com um investimento de R$ 2 milhões obtidos, em parte, por meio de convênios com o Ministério do Turismo e a Caixa Econômica Federal, e compreende a reurbanização total desde a Rua das Laranjeiras, passando pela Avenida Marjory da Silva Prado, até a Avenida Cruzeiro do Sul.
“Começamos pela Avenida Marjory Prado, que não precisa de licenciamento. A via será repaginada. Será subdividida em duas pistas, terá troca de iluminação, canteiro central, novos retornos, sinalização horizontal e vertical, tudo na base mais moderna que existe”, explica o secretário de Desenvolvimento e Gestão Urbana, Duíno Verri Fernandes.
De acordo com a Prefeitura, o projeto Dom Pedro I é dividido em três partes: a segunda compreende a extensão da Avenida Cruzeiro do Sul, seguindo pela Avenida do Bosque e continuando em uma nova via a ser construída, paralela ao condomínio Jardim Acapulco, que desembocará na Avenida Dom Pedro I. A última fase se refere a todo o restante da extensão da via.
Ao final das obras, a Avenida Marjory Prado será repavimentada e receberá uma ciclovia na lateral ao lado da praia. Já a Avenida do Bosque será ampliada em 1,76 quilômetro, e terá uma ciclovia central.
A Avenida Dom Pedro I contará com o prolongamento de 1,9 quilômetro e também terá uma ciclovia e um canteiro central. Já a intersecção das Avenidas Dom Pedro I e do Bosque será resolvida com uma rotatória.
Terça-feira, 19 de julho de 2011 - 20h48
Simone Queirós
A Avenida Dom Pedro I, o maior corredor viário do Bairro Enseada, em Guarujá, deverá ser prolongada para melhorar o fluxo de veículos na região. A área que condensa pelo menos 60 mil pessoas, chega a dobrar de volume durante a temporada.
“A Dom Pedro I é um sonho de mais de 40 anos dos guarujaenses. Ela é emblemática porque nós só temos uma ligação com a região Leste, que é ali pela Atlântica”, afirma a prefeita Maria Antonieta de Brito.
A obra completa deve custar em torno de R$ 45 milhões. No entanto, o prolongamento está previsto em algumas etapas. A primeira, que está começando agora, envolve a repaginação da Avenida Marjorie Prado, no Pernambuco, onde ficam, por exemplo, a entrada para o Condomínio Acapulco e o Hotel Sofitel Jequitimar.
A segunda parte, que custará R$ 12 milhões, compreende pavimentação completa da Rua do Bosque. Já a terceira e mais cara, na própria Dom Pedro I, é o trecho entre a Unaerp e o Condomínio Acapulco.
O custo será de R$ 23 milhões. Paralelamente será feito um outro trecho, que vai da Rua do Bosque até a Marjorie Prado, que custará R$ 6 milhões.
Segunda-feira, 13 de junho de 2011 - 10h29
Sandro Thadeu
O Governo do Estado praticamente descartou o projeto apresentado pelo ex-governador José Serra (PSDB), em março do ano passado, de construir uma ponte entre Santos e Guarujá.
A Dersa finaliza um estudo para ligar os municípios por meio de um túnel pré-moldado, conforme informações extraoficiais obtidas por A Tribuna.
Ele deve permitir a passagem de pedestres, bicicletas, carros e caminhões. Embora seja inegável pelas prefeituras de ambos municípios a importância econômica e social dessa tão aguardada travessia, o local onde a estrutura será feita pode gerar polêmica.
O chefe do Executivo santista, João Paulo Papa (PMDB), não quer uma ligação na Ponta da Praia, que permita o tráfego de caminhões, e defende que essa obra seja realizada entre o Saboó e a Ilha Barnabé.
Já a prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito (PMDB), entende que a ideia de Papa não exclui o compromisso do governador Geraldo Alckmin (PSDB) de construir uma ligação seca entre os municípios.
Ambos aguardam ansiosamente uma definição do Estado, o que deve ocorrer até o final deste mês. Outras propostas também devem ser analisadas, mas o túnel pré-moldado é considerado a melhor opção técnica e financeira.
Tecnologia
Conforme informações apuradas por A Tribuna, a construção desse túnel utilizará a mesma tecnologia de um empreendimento que está sendo feito no Estreito de Bósforo, na Turquia.
Um fato determinante para os técnicos da Dersa rejeitarem a ideia de ponte foi a altura, que deveria ser de, no mínimo, 90 metros.
Isso poderia impedir o tráfego de navios no porto e necessitaria de uma rampa, com inclinação de 5%, exigindo pelo menos dois quilômetros de viadutos de acesso dos dois lados.
O posicionamento do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) do Porto de Santos poderá influenciar bastante a deci